quarta-feira, 22 de julho de 2009

Jogo 3 do mês de Julho

Jogo 3 do mês de Julho:
A facção Maloísta arrancou um empate "a ferros" no último suspiro do jogo, com resultado final em 4-4!
Houve pessoal que ficou chateado... mas depois passou com a degustação e o convívio pós-jogo!
Comentem as incidências do jogo... e do pós-jogo já agora que eu não estive lá...

14 comentários:

  1. Só gostava de saber pq é que uns jogos são até às 21:40 e outros são até às 22:00?? È assim...

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  2. foi um bom jogo disputado ate ao fim resultado justo. homem do jogo José Figueira.

    Pós-jogo foi so rir com algumas das historias do campelas no Isave

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  3. Os jogos acabam quando a equipa da hora a seguir entra em campo...
    Deixa lá Nuno ganhas para a próxima...

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  4. Conhecedores do "feitiozinho" da equipa Maloista, já adivinhávamos que este jogo só iria terminar quando o resultado fosse no minimo um empate... Mas pronto... Já a equipa adversária por 2 vezes (SIM 2 VEZES) tinha dito para dentro do campo "Então malta já chega?", mas o resultado ainda não era propicio para se terminar o jogo pois a formação Maloista perdia então por 2 bolas...
    Lá se deu o empate (há que dar o mérito pois não baixaram os braços) e lá soou o apito final.
    De lamentar a equipa de arbitragem nunca ser coerente no que toca aos descontos, bem como a outros lances de bolas na mão que rapidamente se transformam em mãos na bola... Enfim...

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  5. Correcção: Onde se lê "já a equipa adversária" leia-se "Já as equipas da hora a seguir"

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  6. Ás vezes parece que jogam a equipa dos anjos (Casalistas) contra os diabos (Maloístas). Se calhar é melhor eu ir-me benzer...
    Tsubasa ainda te estás a queixar????? Não marcaram o 4º golo de penalty por mão do Pato Bravo? Conheces o feitiozinho da nossa equipa? Não confundas feitio com vontade de vencer. O nosso feitio é ter grande fair-play e não validar um golo que em qualquer torneio tinhas sofrido e calado no lance em que o Zé leva com a bola na unha. Mas tu queixas-te...
    A mão que referes (se foi neste jogo que é o que estamos a discutir) foi antes do 4-3 e não deu em golo (o Zé defendeu). A mim parece-me mão mas...
    Digo-te que ficou um penalty por assinalar do Cardozo sobre o Puto pintas (pergunta-lhe), e não ouviste ninguém a chorar por causa disso. Lá está também poderíamos ir por aí...
    Quanto aos tempos a vossa versão não corresponde à verdade. A verdade tenho-a eu que vi o vídeo do jogo e posso mostrá-lo a quem quiser ver. Marcámos o 4-3 faltavam 2 minutos e 15 segundos para o que foi o final do jogo. Só se vêm as primeiras cabeças da equipa adversária a entrar na lateral faltavam 2 minutos para o que foi o final do jogo, ou seja, nós perdíamos por um golo. O problema prático é que uma equipa deveria conseguir aguentar uma vantagem de 2 golos independentemente do tempo (neste caso 2 minutos) quando a outra não joga com 5 jogadores de campo.
    A coerência da equipa de arbitragem não pode ser testada porque regra geral a facção Maloísta quando se apanha a ganhar no final do jogo não cede o empate, pelo contrário, costuma ampliar a ventagem. Não se chorem. Nem pela equipa que têm porque os jogos de terça começaram (e ainda bem)com um desafio de um jogador vosso, que se queixava de barriga cheia. Quando subtraímos os dois Maloístas provámos que o futsal dos Casalistas não era a mesma coisa. Mudámos, tivemos de nos superar muitas vezes fisicamente para conseguir equilibrar os jogos, tivémos equipas bem mais fracas durante todo o ano passado até à minha lesão e ganhámos bem mais do que perdemos. Esta superação fêz-nos crescer imenso e ganhar este feitio como vocês chamam. Mais, ganhámos uma equipa durante este processo. Por isso é que quando jogamos do mesmo lado não nos contentamos que algum jogador dê só 50%, porque nós damos sempre os 100%.
    PS- ainda bem que se levantam estas questões de fundo porque isto sim dá gozo discutir.

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Mau vinho... primam pela vontade de vencer (sem dúvida e é de louvar) e pelo fair-play... Aqui pode discutir-se já na vontade de vencer nada a dizer...
    A bola na mão a que me refiro foi um lance comigo e com o capelas. Nem a minha mãe me bate assim disse ser mão e eu disse que não havia mão nenhuma pois não houve intenção do capelas jogar a bola com a mão --»» Fair Play
    Penalti de mão do pato bravo --»» panalti justo já que ai sim houve intenção de jogar a bola com a mão, cortando uma jogada dentro da área penso que perigosa inclusivé. O facto de em cima argumentares:
    - "Não marcaram o 4º golo de penalty por mão do Pato Bravo?"
    Tendo sido o penalti justo, deixa um bocado o fair play de parte.

    Ficou um penalti por marcar ao puto pintas? Mas alguem disse: "É penalti" Não me recordo de ter ouvido nem tão pouco do lance (não digo com isto que não tenha existido)

    Podes ter a gravação mas ainda estava a formação Casalista a vencer (por 1 de diferença) e ai sim ouvi por 2 vezes, e ja passava das 21h30, a equipa da hora a seguir perguntar se já não chegava. Mas não chegou. Chegou a quando o empate em que eu perguntei alto e em bom som: "E agora já podemos acabar" o qual Mau vinho respondeu "Agora já pode"

    Ainda sobre o fair-play...
    O golo sofrido quando o zé se aleijou na unha... Eheheh... Não estamos num torneio nas 3ªs feiras Mau vinho... Quando alguem se aleija num jogo entre amigos (com ou sem rivalidade, saudavel como a nossa) por norma o jogo pára. Parar jogo = a fair play. Mas a sede de vender levou ir de pé entre pé e meter a bola na baliza... Como viste não precisavam dessa atitude pois a vossa vontade de ganhar levou-vos ao empate mas a atitude fica registada e essa não é apenas atitude de quem quer vencer.

    Fair Play é algo subjectivo, pois quem o apregoa pode não ter a mesma definição de fair play e pode inclusivé existir valores mais importantes que outros de outra pessoa que tambem o apregoa.

    Tambem gosto de discussões com algo de substantivo que se possa pegar.

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  9. O teu último comentário desvirtuou várias afirmações minhas:
    O facto de eu te perguntar se não marcaram de penalty serve apenas para dizer que os penaltys são marcados quando existem, não existe discussão aí, isso é um fait divers, e enquadro isso na questão das arbitragens.
    Agora a questão central:
    O lance do Zé vou ter de perguntar outra vez porque não percebeste: validámos o golo? ou démos a bola de volta para o Zé seguir com ela?
    A única pergunta que fizémos foi se a bola tinha entrado quando foi ao poste porque quando rematei estava tapado por 2 jogadores vossos. Vocês disseram que não, só quando o Filipe a meteu lá dentro é que entrou. Ok então tomem lá a bola e segue jogo do Zé. Isto não é fair-play? Então não sei o que é.
    Quanto ao lance do Puto Pintas, enquadro no mesmo que tu utilizaste para defender o vosso fair-play: Eu vi o lance, estava de frente e vi logo que era penalty, mas como ele não disse nada segui o jogo e fui defender, não fiquei a esbracejar e a pedir penalty. Só mais tarde perguntei-lhe se não tinha sido penalty, e ele respondeu "era mas ele não teve intenção". Mais uma vez se isto não é fair-play... Pergunto se do vosso lado isto poderia acontecer?

    Quando tu disseste Agora já pode acabar o jogo?
    E eu te respondi Agora já pode, foi apenas e só para me meter contigo, não sabia que irias enquadrar a minha frase numa definição filosófica sobre fair-play. A frase naquele momento soou-me a provocação e a quente, respondi. E enquadrando isto no teu comentário sobre a subjectividade do fair-play, pergunto eu: A tua frase demonstrou fair-play?

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  10. Desculpa se desvirtuei as tuas palavras...
    a frase do penalti a nosso favor tem que ser lida na integra:
    - "Não marcaram o 4º golo de penalty por mão do Pato Bravo? Conheces o feitiozinho da nossa equipa? Não confundas feitio com vontade de vencer. O nosso feitio é ter grande fair-play e não validar um golo que em qualquer torneio tinhas sofrido e calado no lance em que o Zé leva com a bola na unha. Mas tu queixas-te..."

    "não validar um golo que em qualquer torneio tinha sofrido e calado" --»» Refereste ao lance que não viste pois estavas tapado por 2 jogadores nossos ou quando o Filipe foi lá sorrateiramente pôr a bola dentro da baliza quando o zé estava no chão a contorcer-se com dores?

    É que se te referes ao lance que não viste jamais poderás afirmar que num torneio tinha sofrido e calado, pois se não viste não afirmas que foi golo!

    Se te referes ao do Filipe então ai não houve fair play. Mas pronto, a questão fica resolvida pois o grande fair play levou a perguntarem se tinha entrado, nós dissemos que não e então a bola foi devolvida, a atitude essa não importa mencionar, mas foi na atitude que ficou demonstrado o não fair play...

    Eu não enquadrei a tua frase numa definição filosofica de fair play. Assim como tu te meteste comigo eu perguntei à grande equipa Maloista se após o empate o jogo finalmente já podia acabar numa de me meter convosco também.

    Fair play aceita-se a derrota, cumprimenta-se o adversário pela vitória, pára-se o jogo quando alguem se aleija, etc...

    Desculpa se mais uma vez deturpei as tuas palavras mas toda a minha argumentação tem por base a análise que faço das frases sempre numa óptica de imparcialidade e não puxando a brasa a minha sardinha!

    Empataram e foi merecido pela dedicação e sede de ganhar com que disputam cada lance (exemplo de fair play sem demagogias).

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  11. Não ter ponhas a pedir desculpa quando estamos a discutir. Estamos a discutir, pronto!
    Isto é que é giro! Agora a imparcialidade já é mais difícil porque quando discutimos puxamos sempre a braza À nossa sardinha, quanto mais não seja porque apresentamos o nosso ponto de vista.
    Eu falo do lance todo. Quando rematei fiquei com a sensação que a bola tinha batido dentro da baliza e voltado para fora. Quando vi o Zé no chão agachado pensei que era ele a castigar-se (como ele faz às vezes) após sofrer um frango (como o fêz nesse jogo no nosso 1º golo (o do PAto Bravo). Depois, quando vi que não era isso, pensei que o Zé se tinha lesionado quando caiu no chão e não quando a bola lhe bateu. Só quando cheguei ao pé dele é que lhe perguntei e ele disse o que tinha acontecido, mas continuei a pensar que tinha sido golo MEU e que o lance do Filipe tinha sido um reflexo. Estive a ver o lance e passou um sgundo entre o Zé cair e o Filipe introduzir a bola na baliza. Nem toda a gente tem discernimento para a quente conseguir parar. A bola estava ali a saltitar tão fofinha e era só empurrar... Mas quando se apurou efectivamente a lesão do Zé, a bola foi devolvida e não ouviste ninguém a dizer absolutamente nada, isso é fair-play (para mim). Continuarmos o jogo e dizermos temos pena mas a bola entrou isso sim seria falta de fair-play. Dou-te um exemplo também na tua equipa. No jogo 1 do mês de Julho, há um lance em que passamos a bola ao Campelas na ala, ele escorrega, fica no chão agarrado às virilhas e salvo erro o Nuno seguiu o lance e levou-o até à nossa baliza. O Nuno viu o lance pois era o jogador mais perto do Campelas quando ele caiu, mas também ninguém da tua equipa disse absolutamente nada. No lance desta semana o mesmo: não preciso relatar de novo que já está relatado no post, e o que está lá foi o que aconteceu.
    A frio é uma coisa, a quente é outra e é mais difícil. Mas não quero deturpar a imagem do fair-play nos nossos jogos com o que chamo casos clínicos, pois na globalidade creio que nem a tua equipa nem a minha se pode queixar. Já se fizeram mais de 50 jogos e estamos a discutir 2 ou 3 lances.

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  12. "Agora a imparcialidade já é mais difícil porque quando discutimos puxamos sempre a braza À nossa sardinha, quanto mais não seja porque apresentamos o nosso ponto de vista."

    Até nas discussões pode e deve haver fair play. Óbvio que quando discutimos exprimimos a nossa opinião e de certa forma "puxamos a brasa à nossa sardinha" mas o esgrimir argumentos (discutir) deve ter como base a sinceridade e o aceitar as verdades, reconhecendo-as quando estas são evidentes...

    Óbvio também que as discussões têm como finalidade a resolução de assunto e isso só se torna possível quando essas mesmas verdades são reconhecidas e não o inverso. Quando se vislumbram numa discussão argumentos que mais parecem "desculpas" sobre argumentos anteriores, então uma discussão jamais terá fim.

    Pegando na tua última frase: - "Já se fizeram mais de 50 jogos e estamos a discutir 2 ou 3 lances." dou por finalizada a discussão pois penso que a mesma já está a seguir um caminho de não fim, e conforme disseste em mais de 50 jogos apenas estamos a discutir 2 ou 3 lances.

    IN VINO VERITAS

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  13. isso sim e que sao posts,um gajo fica logo com vontade de ler um livro do Saramago ou ouvir uma bela musica do José Malhoa

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  14. Pegando no que eu já disse anteriormente: Nem vocês são anjinhos nem nós somos diabinhos. Não aceito que se utilizem versões monocromáticas da realidade como argumentação quando estas não existem. Eu defendo os meus argumentos, respeito os teus, mas não sou obrigado a aceitá-los. Ainda para mais num tema tão abranente e que já vi que temos visões diferentes. Mais: Quem disse que a discussão era para resolver alguma coisa? A discussão não tem necessariamente de resolver, serve muitas vezes apenas e só para expor visões, versões ou argumentos. E ao 2º comentário eu percebi logo que neste ponto não íamos resolver nada, porque tu não aceitas os meus argumentos e eu não aceito os teus. Neste caso versões. Tudo bem.

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